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Gleisi Hoffmann na TV Al Jazeera apelando para os árabes.

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GLEISI SABE O QUE FAZ…
Fabio Bettinassi
Vocês sabiam que um dos maiores acionistas da Al Jazeera é Sir Nigel Knowles, dono da Smartmatic? Ele usa sua empresa de consultoria jurídica e financeira DLA Piper para controlar as operações estratégicas da TV árabe e promovê-la para que possa exercer controle sobre outras mídias. Isso que a Gleisy fez não foi por acaso, foi uma operação em conluio com as forças superiores e ocultas que estão por trás do PT e da implantação do socialismo na América do Sul. Smartmatic, Dla piper, Carbon Disclosure Project são todos empresas usadas pelos banqueiros ingleses para roubar o Brasil e impor suas operações nojentas. O objetivo dessa declaração da gleisy foi causar um estrago no mercado financeiro e na economia brasileira visto que muitos árabes investem pesadamente no mercado financeiro brasileiro e se eles liquidarem tais investimentos, teremos implicações das piores possíveis. Por isso temos que cassar o registro do PT rapidamente porque o PT serve como porta aberta para permitir que tais mafiosos possam agir no Brasil livremente, o PT além de escritório do crime, é escritório dos comunistas bilionários da Europa e dos EUA. 
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*** A NAÇÃO EM RISCO ***

O PT, OS GUERRILHEIROS, E OS TERRORISTAS

Sites da esquerdalha tupiniquim estão veiculando a informação que a TV OFICIAL DOS TERRORISTAS ISLÂMICOS (Al Jazeera), está denunciando que o MAIOR CANALHA que esta PÁTRIA JÁ PARIU é um perseguido político. Obviamente trata-se de mais uma das tentativas de transformar o VIGARISTA MOR e VERME PARASITA CONFESSO em vítima, onde a “PRESIDENTA” da FACÇÃO PETRALHA DO CRIME POLÍTICO ORGANIZADO, SECRETÁRIA FICHA ROSA do NINE FINGERS, e outra CRIMINOSA investigada pela Polícia Federal na Operação Lava Jato; é a protagonista de mais esta patética demonstração de TOTAL CINISMO.

Recentemente vimos também sendo veiculado através do SITE OFICIAL DA PETRALHADA, e seus “canais de mobilização partidária” PATROCINADOS COM DINHEIRO ROUBADO DOS COFRES DA UNIÃO, o PARTIDO DE GUERRILHEIROS COLOMBIANOS DA FARC (Força Alternativa Revolucionária do Comum) demonstrando sua solidariedade e apoio, ao PATIFE de nove dedos ASPIRANTE A DITADOR DO BRASIL.

É de conhecimento público que existem CÉLULAS DE INTELIGÊNCIA de GRUPOS RADICAIS ISLÂMICOS em plena atividade em todo o território nacional, e também membros de todo tipo de MILÍCIAS ESTRANGEIRAS sendo acobertados, cuja entrada no Brasil foi promovida e facilitada com a abertura de nossas fronteiras pelos governos Lula, Dilma, e Michel Temer.

As ligações desta ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA travestida e camuflada de partido político com essa QUALIDADE e CALIBRE de organizações são extremamente perigosas, tanto para o Brasil, quanto para toda a população indefesa.

Os COMUNISTAS TUPINIQUINS começam a mostrar as GARRAS, os DENTES, e sua VERDADEIRA FACE, deixando claro que estão dispostos a FAZER QUALQUER COISA para conquistarem o poder, ainda que para isso seja necessário SACRIFICAR O CIDADÃO DE BEM.

Devemos sim acreditar piamente, que estamos na iminência de uma GUERRA CIVIL SEM PRECEDENTES devido às AÇÕES DE TERRORISMO e GUERRILHA URBANA; já iniciadas por todo o país pela MILITÂNCIA VERMELHA dos PSEUDO-MOVIMENTOS SOCIAIS e SINDICALISMO DO CRIME consorciado.

PARA ENTENDER AS RECORRENTES SUSPEITAS DE ‘APOIO AO TERRORISMO’ DO CATAR

– APOIO AOS ISLAMITAS –

O País é considerado um dos principais financiadores da Irmandade Muçulmana no Egito e de grupos favoráveis a esta confraria nos países vizinhos, em especial na Síria, Líbia e Tunísia. Vários países árabes romperam suas relações diplomáticas com o Catar, freqüentemente acusado de apoiar o terrorismo, acusação negada por ele.

Desde o aparecimento do Catar nos cenários regional e internacional no fim dos anos 1990, o rico emirado fabricante de gás, aliado dos EUA, alimentou o desenvolvimento de movimentos islamistas, que apoiou direta ou indiretamente nos países onde ocorreu a Primavera Árabe. O Catar é considerado um dos principais financiadores da Irmandade Muçulmana no Egito e de grupos favoráveis a esta confraria nos países vizinhos, em especial na Síria, Líbia e Tunísia. O país também foi um dos principais apoiadores do ex-presidente egípcio islamista Mohamed Mursi, membro da Irmandade Muçulmana, derrubado em 2013 pelo ex-chefe das Forças Armadas e atual presidente do Egito, Abdel-Fattah al-Sisi. Desde então, ambos os países mantêm relações muito tensas. Posteriormente, sob pressão de outras monarquias do Golfo, o Catar suavizou as críticas contra Sisi.

O país abriga os dirigentes do primeiro plano da Irmandade Muçulmana, confraria qualificada como “terrorista” pela Arábia Saudita e pelos Emirados Árabes Unidos, como é o caso de Yusuf Al-Qaradawi, considerado um de seus chefes espirituais. O ex-dirigente do movimento islamista Hamas, o palestino Khalid Meshal, também está no Catar. Além disso, os taleban afegãos têm um escritório no país.

– FINANCIAMENTO DO TERRORISMO –

Catar é regularmente acusado de certo relaxamento na luta contra o financiamento por meio de fundos particulares de organizações “terroristas”, acusações que rechaça firmemente. Em 2010, uma nota diplomática americana, revelada pelo site ‘WikiLeaks’, qualificou o Catar como o “pior na região” no que se refere à cooperação com Washington para cortar o financiamento de grupos extremistas.

Depois do atentado em Paris contra a revista satírica Charlie Hebdo, em janeiro de 2015, vários políticos franceses acusaram o Catar de conivência. Novas suspeitas chegaram dos EUA em 2016. Um responsável de alto escalão do Tesouro americano afirmou que o Catar, assim como o Kuwait, “ainda carece da necessária vontade política e da capacidade para aplicar suas leis contra o financiamento de organizações terroristas”.

Entretanto, dias mais tarde, Washington elogiou seus “esforços positivos” para cortar o financiamento a extremistas e combater o grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

– AL JAZEERA –

A emissora, Al Jazeera, fundada há mais de 20 anos pelo governo do Catar; tem 80 escritórios em todo o mundo e emite notícias em vários idiomas. Ela foi considerada o eco dos movimentos da Primavera Árabe. Contudo, seus críticos consideram a sua linha editorial muito favorável aos islamistas e a vêem como um instrumento a favor da diplomacia do Catar.
Em 2014, três de seus jornalistas no Egito foram condenados a severas penas por terem “falsificado informações” de apoio aos partidários do presidente Mursi.

Em abril de 2016, autoridades iraquianas fecharam o escritório da Al Jazeera em Bagdá em razão de uma cobertura considerada favorável ao EI e hostil à maioria xiita do país. No passado, a emissora já teve problemas com os governos árabes, irritados com a cobertura considerada impertinente e tendenciosa. Washington a apresentou como porta-voz dos grupos extremistas, principalmente porque o antigo chefe da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, reservava à Al Jazeera o essencial de suas mensagens. / AFP.

FECHAMENTO DA AL JAZEERA ESTÁ ENTRE EXIGÊNCIAS PARA SUSPENSÃO DE BLOQUEIO AO CATAR

O Kuwait entregou ao Catar uma lista de exigências dos quatro países árabes que cortaram relações diplomáticas com este país e tentam isolá-lo econômica e politicamente, informou a emissora catariana Al Jazeera nesta sexta-feira. Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU), Bahrein e Egito deram 10 dias a Doha (capital do Catar), para que se submeta às exigências, que incluem o fechamento da Al Jazeera, a admissão do apoio do Governo local a grupos terroristas e uma indenização ainda por determinar, segundo uma versão do documento que está sendo divulgada pela imprensa dos Emirados, mas que ainda não foi oficialmente reconhecida por nenhum dos envolvidos.
“O que pretendem é transformar o Catar em um novo Bahrein”, disse ao EL PAÍS uma fonte diplomática europeia pouco antes de que o conteúdo exato das exigências fosse revelado. Ele se referia à quase absorção desse pequeno reino sob o manto saudita depois dos protestos de 2011, que colocaram a família real bahrenita contra as cordas.

As exigências impostas ao Catar acabaram por confirmar esse temor. De acordo com um dos pontos, esse país deverá “se alinhar com outros países árabes e do Golfo nos aspectos militar, político, social e econômico, bem como em assuntos financeiros”. Essa exigência já havia sido incluída na solução de uma crise anterior, em 2014, e reafirma a mensagem que Riad e seus aliados vinham difundindo pela mídia, segundo a qual Doha descumpriu o acordo alcançado na época.

Em primeiro lugar, os quatro Governos pedem ao Catar que limite suas relações com o Irã, inclusive acabando com a suposta presença da Guarda Revolucionária Iraniana em seu território – uma suposição que não era conhecida do público e sobre a qual o documento não apresenta provas. O Catar, que compartilha um importante depósito de gás com o Irã, sempre buscou manter boas relações com seu vizinho do outro lado do golfo Pérsico. Entretanto, essa postura não é inédita dentro do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG). Teerã também mantém boas relações com Omã, Kuwait e, sobretudo, Dubai; um dos sete emirados que compõe os EAU e que durante anos ajudou a República Islâmica a superar as sanções financeiras internacionais.

O documento também exige o fim da cooperação militar com a Turquia e o fechamento da base que esse país estava construindo em território catariano. Com a chegada, nesta quinta-feira, de 23 militares turcos e cinco veículos blindados, o contingente da Turquia no Catar soma agora 111 soldados, segundo o jornal turco Hurriyet. O objetivo inicial quando a instalação da base foi definida, em 2014, era que cerca de mil militares estivessem presentes ali para oferecer treinamento ao Exército catariano.

A lista, entregue pelo Kuwait na qualidade de mediador na disputa, salienta que o Catar deve cortar publicamente seus laços (incluindo a ajuda financeira) com uma série de grupos islâmicos, entre os quais a Irmandade Islâmica, colocada no mesmo saco de grupos terroristas como a Al Qaeda e o Estado Islâmico. Além disso, os quatro Governos exigem que o Catar lhes pague reparações por suas políticas dos últimos anos.
“Estas exigências devem ser cumpridas no prazo de 10 dias a partir da data de entrega, ou serão consideradas nulas”, afirma o texto, antes de especificar um duro regime de controle para os próximos 12 anos.

Não parece que será o caso. O Catar tem dito repetidamente que está disposto a negociar concessões se recebesse uma lista de queixas, desde que acompanhadas de provas, e na medida em que isso não colocasse sua independência em questão. “Estamos convencidos de que isto não tem nada a ver com a luta contra o terrorismo; querem minar nossa soberania”, declarou o embaixador catariano em Washington, Meshal Bin Hamad Al Thani.

É uma idéia que numerosos observadores compartilham. “Não há nada de novo nas acusações. O Catar apóia o terrorismo? Quem o acusa também”, afirma uma fonte diplomática ocidental que se reuniu recentemente com altos funcionários sauditas e dos Emirados. “Quanto ao Irã, não justifica o irritação deles e a linguagem que estão empregando”, acrescenta convencido de que não há mediação possível. “A Arábia Saudita não está disposta a fazer nenhuma concessão; sente que [o Catar] riu deles em 2014 e não acreditam que o Kuwait consiga o objetivo de domá-lo”, conclui.

Pesquisa:
http://internacional.estadao.com.br/…/para-entender-as-reco…

https://brasil.elpais.com/…/internac…/1498209841_592480.html

INTERVENÇÃO ANTES QUE TARDIA!
DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA!
AD SUMUS!
BRASIL!

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