Juiz leitor de Olavo de Carvalho aterroriza narrativa comunista

Terça Livre

HelioHospMiguelCouto Agente Hélio internado no hospital Miguel Couto com uma bala alojada na medula vítima de um atentado terrorista em 1970.

Mais um capítulo sobre a novela da guerra de narrativas da luta armada do período militar foi encerrado no último 8 de março. O juiz da 1ª vara federal de Petrópolis-RJ, Alcir Luiz Lopes Coelho, demoliu o maquinário de propaganda criado por três representantes do MPF  do Rio de Janeiro que pretendiam condenar um ex-militar por um suposto estupro, em 1971, de que teria sido vítima Inês Etiene Romeu, integrante do grupo terrorista comunista VPR, nas décadas de 60 e 70 (Inês morreu em 2015). A denúncia oferecida pelos representantes do MPF foi rejeitada liminarmente.

AgenteHelio Agente federal Hélio Carvalho de Araújo.

Abre-se um parênteses aqui. Inês Etiene Romeu, em 1972, havia sido acusada e condenada por vários crimes contra a segurança nacional, um deles, em coautoria com o facínora Carlos…

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