ESQUERDA ASSASSINA

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A ESQUERDA MATA DESDE OS ANOS 50 E CONTINUA PERSEGUINDO E ASSASSINADO SEUS OPOSITORES.
(veja a trajetória de mortes estranhas que ocorreram no Brasil e que fazem parte da história da esquerda.)

No regime Militar foram 434 mortes causadas pela esquerda assassina e sanguinária. Desta 434 mortes, 237 foram de civis inocentes, vítimas dos terroristas e psicopatas que cobiçavam o Poder. 122 mortes foram em razão de combates na ruas, bem como, em combates na guerrilha do Araguaia. Outras mortes se deram por justiçamento. Há também uma pequena lista de desaparecidos, pessoas que talvez com medo de serem assassinadas, simplesmente desapareceram ou foram mortas pelos próprios terroristas.

Muitas destas mortes imputadas aos militares foram na verdade, provocadas pela própria esquerda. A intenção era acusar o Regime Militar de violência ditatorial. Vários integrantes das facções terroristas foram assassinados pelos seus líderes, o que eles denominavam de justiçamento. Os corpos eram abandonados em sarjetas e ruas desertas com a intenção de imputar as mortes por justiçamento, ao Regime Militar. Mas apesar deste número de vítimas serem ínfimos em relação á outros regimes, a verdade é que a esquerda continua matando e o número de vítimas deste regime autoritário e criminoso já pode passar de 500.

As mortes de Castelo Branco, Getúlio Vargas e Carlos Lacerda, ambos políticos conservadores, até hoje são um mistério não elucidados. Testemunhas familiares de Getúlio, dizem que ele foi na verdade assassinado quando dormia. Carlos Lacerda estava gripado e internado em um hospital público e morreu após uma enfermeira misteriosa entrar no quarto e lhe aplicar uma injeção. Castelo sofreu um acidente aéreo após um jato bater milimetricamente no leme do avião que o transportava. Jango, o comunista que foi deposto pelos militares, se exilou na Argentina e pouco tempo depois foi encontrado morto. A família tentou obter indenização do Estado culpando os militares pela morte, mas amigos de Jango dizem que ele foi envenenado pela própria família.

Tancredo Neves foi um político conservador que já havia ocupado vários cargos públicos no Regime Militar. Tancredo era bem visto pelos militares e tinha a confiança do então ex-presidente militar João Baptista de Figueiredo. Figueiredo confiou a Tancredo a missão da abertura política e Tancredo se lançou como primeiro candidato civil em 1985, Tancredo não era bem o que a esquerda queria depois de anos de tentativas de golpes, terrorismos, assassinatos e exílio. Tancredo nem chegou a assumir o cargo. Um tiro dado em seu abdômen o levou a morte. Os comunistas como sempre fizeram, tentaram acusar os militares do assassinato de Tancredo, mesmo tendo partido dos próprios militares, a proposta da Abertura Política e a candidatura de Tancredo. A ideia da esquerda era colocar Fernando Henrique Cardoso e não Tancredo Neves.

As mortes de PC Farias, homem forte de Collor e o meteórico câncer de Pedro Collor, irmão de Collor, são mistérios que até hoje não foram solucionados. Collor era de Direita, havia vencido Lula da esquerda, era uma pedra no sapato dos comunistas Fernando Henrique Cardoso, de Lula, do Foro de SP e do Diálogo Interamericano e por isso, foi eliminado. Ainda não havia urnas eletrônicas e por isso um candidato de Direita chegou ao Poder, o que não estava nos planos do Diálogo Interamericano, organização que banca políticas socialistas para a América Latina e que por sua vez, financiava o Foro de SP de Lula.

No governo de Fernando Henrique outras mortes misteriosas aconteceram e não foram até hoje, solucionadas. Sérgio Guerra, um ex-terrorista e amigo íntimo de FHC, morreu em menos de 5 dias após ser infectado por uma bactéria instalada no Ar-Condicionado de seu gabinete. Guerra foi tesoureiro da campanha de FHC e responsável pelo caixa dois (mensalão tucano) que bancava contas particulares de FHC. Guerra estava nervoso com a possibilidade de depor em uma CPI e ameaçou entregar FHC e sua turma de bandidos. Em menos de 15 dias estava morto.

Outro opositor do PSDB de FHC, era o filho de Antônio Carlos Magalhães, o deputado Luiz Eduardo Magalhães. De Direita e conservador, Luiz Eduardo era um pedra no sapato de FHC. Em 1998 Luiz Eduardo acusava FHC de ser líder de uma quadrilha de bandidos e ameaçava FHC com acusações embasadas em provas. Luiz Eduardo Magalhães morreu aos 43 anos de um infarto fulminante. Porém, um dos legistas que examinou o corpo do deputado disse que havia uma substância em seu sangue, um veneno muito usado pela KGB. O legista sumiu após ser demitido do hospital.

A Modelo Cristiana Aparecida Ferreira foi sufocada com um travesseiro até a morte. Porém a mídia anunciou que a modelo havia se suicidado. Cristiana sabia do mensalão tucano e ameaçava entregar FHC e sua patota para a Polícia Federal. O mandante do crime era amigo de FHC. O empresário e deputado do PSDB Walfrido dos Mares Guia, réu arrolado no mensalão tucano, foi apontado como mandante do crime. O advogado Dino Miraglia denunciou o assassinato e até hoje se esconde dos tucanos para não ser assassinado.

Toninho do PT e Celso Daniel ambos prefeitos do PT, descobriram um esquema de propinas em suas prefeitura que alimentavam o caixa do partido de Lula. O esquema envolvia o ex-terrorista e assassino José Dirceu, homem treinado em Cuba para matar militares nos anos 60, os empresários Ronan Pinto e José Bumlai, e o ministro de Lula, Gilberto Carvalho. Daniel e Toninho foram assassinados. No caso de Celso Daniel, mais 7 pessoas foram assassinadas, pois sabiam demais.

Eduardo Campos politico socialista e candidato pelo PSB nas eleições de 2010, foi assassinado meses depois de ter atritos políticos com Lula. Campos poderia derrotar Dilma, era uma ameaça aos planos do PT em se perpetuar no Poder e por isso foi assassinado. O avião de Campos caiu misteriosamente em Santos SP e até hoje nada foi esclarecido. Os cinco responsáveis pelo caso foram afastados por Dilma durante as investigações. Depois de quase um ano sem solução, Dilma mandou arquivar toda a investigação.

Roger Agnelli foi diretor da Vale do Rio Doce e estava para ser arrolado na Lava Jato. Agnelli sabia demais sobre as privatizações tucanas e sobre a venda da estatal para grupos administrados por George Soros, parceiro de Fernando Henrique Cardoso. Soros, o verdadeiro dono de Vale e da Samarco, junto com a família Rothschilds, comprou a Vale por uma ninharia de 3 bilhões de dólares. A Vale valia no mercado US$ 100 bilhões de dólares. Agnelli viu tudo e sabia demais e por isso seu avião caiu em SP matando ele e toda a sua família.

Desde 1995 até os dias de hoje, mais de 382 políticos foram assassinados misteriosamente. São centenas de vereadores, deputados estaduais, prefeitos e governadores que foram mortos após denunciarem esquemas de corrupção ou se tornarem uma pedra no sapato da esquerda. Enéas Carneiro, político conservador e que atacava Fernando Henrique Cardoso e Lula com denúncias de golpes e de também serem comunistas responsáveis pela desgraça social e econômica do país, morreu misteriosamente e repentinamente após sofrer envenenamento por forte radiação. Enéas sofria de um Câncer, estava se recuperando bem e ameaçava voltar para a política. Por um erro, talvez proposital, Enéas sofreu de uma forte dose de radiação e morreu dias depois.

Paulo Malhães foi coronel de Exército durante o Regime Militar. Manhães estava arrolado na tal comissão comunista da mentira que investigava o Regime Militar. Após depor e dizer que Lula havia assassinado dois sindicalistas nos anos 80, Manhães teve sua casa invadida por homens mascarados, foi torturado e morto à tiros. Até hoje nada foi esclarecido. O escritor Yves Hublet morreu repentinamente após dar uma bengalada em José Dirceu do PT e de chama-lo de ladrão. Leandro Balcone era advogado criminalista e participava de manifestações contra o PT. Foi assassinado misteriosamente com tiros dados por homens mascarados.

O acidente que matou Teori Zavascki, assim como os outros acidentes misteriosos e fatais, jamais será esclarecido. Já se sabe que as gravações entre o piloto e a Torre de Tráfego Aéreo foram criminosamente apagadas. A esquerda criminosa já está trabalhando com afinco para apagar as digitais do assassinato de Juiz do STF. Teori, um juiz de convicções ideológicas de esquerda e alinhado com o socialismo fabiano, foi colocado no STF justamente para não fazer nada que ameaçasse o regime. Sua morte não apaga as arbitrariedades e as aberrações jurídicas sentenciadas durante seu mandato. Foi colocado no STF pelo PT e estava alinhado com o PT. Zavascki cometeu vários crimes jurídicos que impossibilitou a criminalização de vários corruptos, entre eles Lula e Renan Calheiros.

Não foi os crimes de prevaricação e obstrução de justiça, cometidos por Zavascki que o levou a morte, e muito menos seu trabalho em homologar as delações da Odebrect que envolvia mais de 130 políticos, entre eles, Aécio Neves, Lula, Dilma, Eliseu Padilha, Antonio Palloci, Geraldo Alkimin, Fernando Henrique Cardoso, José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá, José Serra e o próprio presidente Michel Temer. Zavascki foi morto para interromper o processo, uma vez que um golpe constitucional está em andamento para alterar a Constituição de 88.

Por trás da morte de Zavascki está a esquerda corrupta e assassina, liderada pelos mesmos terroristas de 64 e pelas mesmas facções e grupos terroristas, hoje legalizados como partidos políticos. Nos bastidores a ideia de uma nova constituição partiu de Fernando Henrique Cardoso, o estrategista do comunismo. Nos anos 60 FHC participava de reuniões secretas do Partido Comunista traçando ações terroristas contra o Estado. Subversivo e traidor do país, FHC fugiu do Brasil, mesmo não tendo sua prisão decretada pelos militares. Com medo de ser descoberto como mentor de várias ações terrorista, o sociólogo de araque se auto exilou no Chile e depois foi para a França socialista fabiana. Foi de lá que FHC trouxe o socialismo fabiano para o Brasil. Foi lá que um golpe foi desenhado e articulado pela esquerda para tomar posse do Brasil.

Com a morte de Zavascki a Lava Jato vai permanecer paralisada até que a esquerda coloque em prática, seu golpe constitucional. Em Fevereiro está programada uma nova constituinte com a participação de FHC, Lula e Dilma, os três comunistas e últimos presidentes dos país. Collor obviamente não será chamado e Sarney adiantou que apenas irá aprovar tudo o que for feito. Nesta nova constituinte os comunistas aprovarão as leis necessárias para enterrar a Lava Jato e de quebra, institucionalizarão o socialismo como regime oficial do Brasil.  A morte de Zavascki serviu apenas para que a esquerda ganhasse tempo até que uma ditadura socialistas nos moldes de Cuba, seja aprovada pleos mesmos bandidos que estão arrolados na Lava Jato.

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