CUBANOS QUEREM MATAR BRASILEIROS

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O governo comunista de Cuba botou o Brasil na prateleira da prioridade zero, quando se fala em relações internacionais. A administração de Raúl Castro não reconhece o governo de Michel Temer e se nega a receber as credenciais do embaixador Frederico Duque Estrada, hoje assessor-chefe de Comunicação do Itamaraty. Como Cuba não faz a gentileza inerente às boas relações entre países, o Senado brasileiro não tem como reconhecer a indicação. O mesmo comportamento se vê no governo da Venezuela. O embaixador no Brasil, Alberto Castellar, não entregou as suas credenciais. O que é estranho é a justificativa de Cuba para romper as relações. Castro diz que só reconhece o governo brasileiro quando o presidente da República for eleito por voto direto. O Brasil foi um dos maiores parceiros em cooperações técnicas com a participação da Embrapa, ajudou a financiar obras através do BNDES e foi um dos países que mais colaborou com a ajuda humanitária à Cuba. No dia 31 de maio de 2011, meses após deixar o Palácio do Planalto, o petista Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Cuba pela primeira vez como ex-presidente, ao lado de José Dirceu. O presidente Raúl Castro, autoridade máxima da ditadura cubana desde que seu irmão Fidel vergara-se à velhice, recebeu Lula efusivamente. O ex-presidente estava entre companheiros. Em seus dois mandatos, Lula, com ajuda de Dirceu, fizera de tudo para aproximar o Brasil de Cuba – um esforço diplomático e, sobretudo, comercial. Com dinheiro público do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, o Brasil passara a investir centenas de milhões de dólares nas obras do Porto de Mariel, tocadas pela Odebrecht. Um mês antes da visita, Lula começara a receber dinheiro da empreiteira para dar palestras – e apenas palestras, segundo mantém até hoje. A visita de Lula aos irmãos Castro, naquele dia 31 de maio de 2011, é de conhecimento público. O que eles conversaram, não – e, se dependesse do governo de Dilma Rousseff, permaneceria em sigilo até 2029. Nas últimas semanas, contudo, ÉPOCA investigou os bastidores da atuação de Lula como lobista da Odebrecht em Havana, o país em que a empreiteira faturou US$ 898 milhões, o correspondente a 98% dos financiamentos do BNDES em Cuba. A reportagem obteve telegramas secretos do Itamaraty, cujos diplomatas acompanhavam boa parte das conversas reservadas do ex-presidente em Havana, e documentos confidenciais do governo brasileiro, em que burocratas descrevem as condições camaradas dos empréstimos do BNDES às obras da Odebrecht em Cuba. A papelada, e entrevistas reservadas com fontes envolvidas, confirma que, sim, Lula intermediou negócios para a Odebrecht em Cuba. E demonstra, em detalhes, como Lula fez isso: usava até o nome da presidente Dilma. Chegava a discutir, em reuniões com executivos da Odebrecht e Raúl Castro, minúcias dos projetos da empreiteira em Cuba, como os tipos de garantia que poderiam ser aceitas pelo BNDES para investir nas obras. De acordo com o site do BNDES, obras da Odebrecht em Cuba receberam US$ 832 milhões de financiamentos do banco entre fevereiro de 2009 e agosto de 2014. Foi a empresa que mais recebeu dinheiro do BNDES para financiar obras em Cuba. Desse volume total de recursos, US$ 682 milhões foram destinados para o Porto de Mariel em cinco operações de crédito. O valor restante, US$ 150 milhões, foi liberado em agosto de 2014 para obras de modernização e ampliação de aeroportos do país.
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