galeria TODO PODER EMANA DO POVO

CHAGAS

É a vagabundagem que tomou os três poderes de assalto continuam a criar leis de proteção a bandidagem inclusive para se auto protegerem dos roubos descarados que cometeram contra os cofres públicos. Dia 4/12 todos em Brasília para invadir a Câmara dos deputados, Senado e palácio do Planalto, cabe a nós puxar o gatilho para acionar as FFFAAA e a Policia Federal, TODO PODER EMANA DO POVO, vamos usar nossos direitos agora legalizados com documentos protocolado nos devidos órgãos constitucionais, CHEGOU A HORA DE PASSAR O BRASIL A LIMPO. VAMOS DECRETAR A PRISÃO DE TODA A BANDIDAGEM NO PODER, A ORDEM INVADIR, INVADIR, E INVADIR, E TOMAR PARA O POVO O QUE POR DIREITO CONSTITUCIONAL NOS PERTENCE!!! VIVA O NOVO BRASIL VIVA O POVO TRABALHADOR RESPONSAVEL PELO DESENVOVIMENTO DO BRASIL. E PRISÃO PARA TODA A BANDIDAGEM QUE SE INFILTROU DE FORMA ENGANADORA NO PATRIMONIO PÚBLICO QUE POR DIREITO NOS PERTENCE, SOMOS IMBATIVEIS SOMOS GUERREIROS SOMOS A JUSTIÇA E SOMOS PATRIOTAS E DEFENDEMOS NOSSA CONSTITUIÇÃO A NOSSA BIBLIA NACIONAL QUE REGE NOSSOS DIREITOS E DEVERES, ACORDA POVO BRASILEIRO O BRASI E O NOSSO PATRIMONIO VAMOS DEFENDE-LO CUSTE O QUE CUSTAR!!!

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No momento, a grande ameaça à estabilidade institucional no Brasil vem da atividade de autodefesa do legislativo e da aparente leniência do judiciário superior para com todas as autoridades públicas com privilegio de foro.
O Congresso, contaminado de forma séptica pela ação deletéria da corrupção e ameaçado por investigações da Polícia Federal e do Ministério Publico, tem agido de forma fisiológica e sem apetite para servir de forma isenta aos interesses da sociedade, mas aos seus, pessoais e corporativos.
A grande mídia empresta seu apoio à defesa da democracia de forma ambígua e interesseira, por outro lado, as mídias sociais, assumindo um protagonismo sem precedentes, têm exercido o papel preponderante e fundamental na exposição e na difusão das mazelas, na formação e no esclarecimento da opinião pública e, principalmente, na mobilização da sociedade para que ela manifeste e faça valer, com veemência, a sua vontade sobre o corporativismo dos parlamentares.
Portanto, enquanto o povo mantiver-se atento e participativo – forçando seus representantes a cumprir o seu papel, mesmo que claudicantes e sob o peso do descrédito popular, movimentando-se como gado acuado pela cólera das multidões – o interesse nacional acabará por impor-se e poucas serão as possibilidades de ser quebrada a normalidade institucional no Brasil.
Só depende de nós!

Paulo Chagas
27 de novembro às 19:20 •
Só depende de nós!

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