galeria Não se assuste se o exército tomar as ruas após o afastamento de Dilma e a provável prisão de Lula

Notícias veiculadas em sites especializados sugerem que o atual governo levantou a hipótese de decretar medidas que caracterizem o Estado de Defesa ou o Estado de Sítio Tais normas seriam decretadas em razão do agravamento das posições políticas e ideológicas que se consolidaram no atual cenário nacional. publicidade Após o término do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, o país passará por um período de confrontos e as instituições não serão capazes de controlá-los ou solucioná-los. Posições radicais, autoritárias e antidemocráticas tomadas por líderes de esquerda e por movimentos ‘autointitulados’ como sociais demonstram que, tanto o afastamento de Dilma quanto uma provável prisão de Lula poderão resultar em confrontos físicos entre a população. Discursos de sindicalistas e de membros do Partido dos Trabalhadores destacam uma agressividade peculiar. A palavra “guerra” tem sido um termo constante de suas falas, acirrando ainda mais o confronto ideológico criado pelo Foro de São Paulo. O ódio crescente que se observa é o prenúncio de tempos de conflitos. Caso sejam adotadas as normas do Estado de Defesa ou de Sítio, as Forças Armadas serão empenhadas. Militares da ativa e da reserva, assim como a maioria dos cidadãos brasileiros não aceitam mais o “jogo político” praticado pelos representantes do povo. O Brasil encontra-se em um patamar crítico de sua história e não se antevê uma solução que possa trazer uma paz civilizada e democrática ao seu povo. As Forças Armadas, a instituição de maior credibilidade junto à sociedade, não poderão ser denegridas em função dessas “crises de insensatez” e deverão resguardar a honra e a integridade das instituições do Brasil!

Fonte: Não se assuste se o exército tomar as ruas após o afastamento de Dilma e a provável prisão de Lula

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