galeria FORÇAS ARMADAS: O BRASIL JAMAIS SERÁ VERMELHO

 

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O Poder Central de um país é seu Exército, suas Forças Armadas. Sem um Exército não há Nação, não há país e não há governo. O Exército está acima dos poderes constituídos, acima de governos e acima de lideranças políticas. As Forças Armadas são portanto, o poder principal de um país. Sem as Forças Armadas não há governos, fronteiras e muito menos a soberania de um país. É através das Forças Armadas que um país se torna uma nação, uma pátria, um Estado Civil. É através das Forças Armadas que um governo resguarda a segurança das fronteiras do país, que resguarda o regime político e mantêm a ordem social, política e administrativa de um país.

As forças armadas de uma nação constituem o conjunto das suas organizações e forças de combate e de defesa. Dependendo do país, as forças armadas podem adotar designações oficiais alternativas como “forças de autodefesa”, “forças militares” ou “exércitos”.

Arrancar o coração que bate no poder, até que a última gota de sangue seja diluída no pó. A conspiração comunista avança em todo o mundo e a dominação é o objetivo. Mas para que esta conspiração maldita seja realizada, é preciso destruir seu poder central. As Forças Armadas.

As Forças Armadas do Brasil se constitui como a maior força militar do continente Sul Americano, sendo o décimo primeiro poder militar no mundo, tendo já ocupado a quinta posição nos anos 50 e 60, atrás apenas dos EUA, Rússia, China, Israel e Reino Unido. O sucateamento, o corte de verbas e contingentes realizados nos governos do PSDB e PT, possibilitaram a perda da gloriosa posição do Exército brasileiro na escala das potências militares pelo mundo. Mesmo assim, ainda temos um Exército de respeito, equipados com armas e equipamentos de última geração e muita munição. A maioria das munições de guerra são fabricadas no Brasil e exportadas para vários países, assim como armas, blindados e carros de combate.

A tecnologia militar brasileira é uma das mais avançadas do mundo e se não houvesse cortes propositais dos governos, já teríamos submarinos nucleares e caças de combate de última geração. Mas a esquerda representada pelo PSDB e do PT, desde que assumiram o poder no país, tinham um único propósito. Destruir e corromper as Forças Armadas. Cortes de verbas, de contingentes e a infiltração de comunistas nas Forças Armadas tinham o único e indivisível propósito de sangrar e enfraquecer o poder dos militares. O primeiro golpe veio no governo de FHC com a dissolução dos três ministérios das Forças Armadas, Exército, Marinha e Aeronáutica. Estava criado o Ministério da Defesa, uma pasta comandada por civis ideologicamente alinhados com a esquerda.

Com a dissolução dos ministérios, as Forças Armadas foram propositalmente afastadas da política, perdendo o poder de decisão sobre assuntos políticos, econômicos e administrativos. FHC, um comunista adorador de Karl Marx, fugiu do país após ser acusado de traição, conspiração e subversão pelos militares. FHC foi o principal agente comunista que tentou de todas as formas, evitar que os militares brasileiros tivessem poder de decisão sobre os rumos políticos do Brasil e sobretudo, tentou de todas as formas possíveis, destruir o poder militar brasileiro.

Foi FHC quem inciou todo o processo de desmoralização das Forças Armadas indenizando terroristas e ex-guerrilheiros que participaram ativamente da luta armada no Brasil. A turminha de FHC criou cartilhas de difamação das Forças Armadas e as distribuiu em escolas e universidades. Bancou jornalistas e aparelhou a mídia para distorcer fatos e acontecimentos ocorridos no Regime Militar, bem como financiou filmes, peças teatrais e programas jornalísticos para difamar e distorcer a história em favor da esquerda. A doutrinação nas escolas, na mídia e nas artes foram tão fortes, que boa parte da nova geração, teme qualquer participação dos militares na vida política do país.

FHC foi mais longe ao incentivar a renomeação de ruas, avenidas, escolas, hospitais e outras repartições públicas, dando-lhes nomes de reconhecidos terroristas e guerrilheiros que nos anos 60, 70 e 80, tentaram incendiar o país. A Comissão da Verdade, foi idealizada pelo senador Aloísio Nunes do PSDB à pedido de FHC, mas foi somente no governo de Dilma que a comissão foi criada para difamar e punir militares. Todas estas estratégias tinham por objetivo jogar a população contra as Forças Armadas, recontar de forma mentirosa, o que realmente aconteceu no regime militar.

Vivemos num Estado de Direito, ou seja, num Estado onde a Lei está acima de tudo. Todos estão submetidos à Lei, e todas as leis têm de estar de acordo com a constituição, que é a Lei Suprema do país. E neste sistema se inclui as Forças Armadas. Portanto as Forças Armadas só podem agir dentro da Lei e em respeito total a Constituição. Em casos extremos ou em crises extremas que põem em perigo a existência ou a integridade da Nação Brasileira, pode sim, as Forças Armadas agir independentemente do governo.

Na constituição de 1988, manteve-se um dispositivo das constituições anteriores, que define as Forças Armadas como “instituições nacionais permanentes”. Essa definição implica que as Forças Armadas estão a serviço da Nação, e não do Estado, nem do Governo. A Nação está acima de tudo, inclusive da Constituição e dos governos. O Estado é criado pela Nação, e a Constituição é a materialização, a forma de existir, do Estado.

Sendo Instituições Nacionais, as Forças Armadas são fundadoras e guardiãs da Nação, portanto anteriores ao Estado e à Constituição. Nações se formam quando um povo domina um território, demarca suas fronteiras e as preserva e a defende eficazmente contra potenciais ou atuais inimigos. Só então é possível se constituir o Estado e o governo.

A força militar é um elemento imprescindível à instituição da Nação, a qual é anterior à formação do Estado. O Estado se institui por meio da Constituição. Mas o Estado e o Governo não abrangem a Nação. Portanto a Nação está acima e além de tudo, porque é a origem de tudo. E as Forças Armadas, embora sejam órgãos do Estado, subordinadas ao Governo, são em última instância, instituições da Nação. O poder das Forças Armadas está acima de todo o Estado, acima do governo e de suas instituições. As Forças Armadas é portanto, o Poder Central de uma Nação.

Quando o Estado ou o Governo se voltam contra a Nação (é o que acontece no Brasil de agora), as Forças Armadas podem e devem intervir, passando por cima tanto do Governo como do Estado. Mas essa responsabilidade é gravíssima, de modo que jamais pode ser exercida com leviandade. O silêncio e a imobilidade dos militares brasileiros, não significam passividade nem conivência com estas quadrilhas de bandidos que estão no poder.

O PSDB e o PT estão há 22 anos no poder. São 22 anos de socialismo, de políticas ideologicamente de esquerda, de aparelhamento do Estado, de golpes, de corrupção e de inúmeras tentativas de se implementar uma ruptura do regime e de se institucionalizar uma Constituição Socialista. Durante todos estes anos, PSDB e PT tiveram inúmeras oportunidades de tornar o Brasil, uma República Socialista. E porque não o fizeram?

A esquerda só não tornou o Brasil em uma Repúbliqueta Comunista, porque não tem força. É numericamente inferior, fraca, sem poder e sem coragem de enfrentar o Poder Central. O governo tem o poder, tem o Estado aparelhado e dominado, tem o dinheiro público, tem o controle da mídia e a doutrinação de sua militância, sindicatos e movimentos sociais, é mancomunada com o crime e o narcotráfico, tem tudo nas mãos, mas ainda não conseguiu o seu maior objetivo: a ditadura.

Para dar um golpe, a esquerda precisaria desfechar um golpe de Estado revolucionário, fechar o Congresso, ocupar militarmente o País, estatizar os jornais, tevês e rádios, prender ou matar seus adversários e assim ter meios de confiscar propriedades e estabelecer alguma forma de socialismo ditatorial. Mas para executar este tipo de golpe seria necessário se ter as Forças Armadas e as policias sobre controle. E eles não têm. E sabem que, se tentarem, as Forças Armadas impedirão.

O silêncio e a imobilidade das Forças Armadas, portanto, não significam omissão nem indiferença. O Poder Central é como uma muralha de aço intransponível e incorruptível, mesmo depois de ter sofrido várias intervenções, punições gratuitas e de ser alvo de desmoralizações criminosas comandadas por golpistas e bandidos da esquerda. Antes do processo de Impeachment ser votado na Câmara Federal, Dilma e Lula articularam a possibilidade de um golpe de Estado. Dilma tentou por duas vezes intimar os três Comandantes militares para uma reunião às portas fechadas no Planalto. Nenhum dos três Comandantes compareceram, o que teria deixado Dilma irritada.

Dias depois, o Senador Ronaldo Caiado procurou o General Villas Bôas para lhe revelar que o governo Dilma Rousseff estaria articulando uma ação de Estado de Defesa. Com esta medida, Dilma poderia cortar os meios de comunicação em todo o país, fechar emissoras de TV, prender políticos e até mesmo dissolver o Congresso. Seria basicamente um golpe com apoio das Forças Armadas. O General então mandou um recado para Dilma: Disse na imprensa que as Instituições publicas estavam funcionando e que as Forças Armadas não iriam participar de nenhuma medida que ameaçasse a democracia e emendou: Não há motivos para um Estado de Defesa no país.

O recado do General, mesmo que indiretamente, foi um tapa na cara dos comunistas que pensaram ter as Forças Armadas sob controle. No dia seguinte, o General Rômulo Bini fez um outro alerta ao governo: Disse que a votação do Impeachment poderia debelar um ataque de grupos terroristas ligados aos sindicatos e movimentos sociais contra o povo brasileiro.”O Exército não permitirá ataques aos brasileiros e se isso ocorrer, vamos agir”.

No dia da votação do Impeachment, as Forças Armadas foram para as ruas em diversas capitais do Brasil com blindados, carros de combate e tropas armadas até os dentes com armamentos de última geração. Em nota, os Comandantes disseram tratar-se de um treinamento para as olimpíadas. Mas nós sabemos que não.
A intervenção com blindados nas ruas foi uma demonstração de força e poder do Exército e das Forças Armadas.

Psicologicamente isso influiu na cabeça dos militontos do MST, CUT e PT e principalmente na cabeça de seus líderes revolucionários. Justamente por isso, não aconteceu nenhum conflito em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e nas demais capitais do Brasil. A Força do Exército simplesmente inibiu qualquer tentativa de enfrentamento nas ruas. Os comunistas ficaram com medo ao verem blindados de guerra nas ruas e o intenso movimento de tropas de elite do Exército. Colocaram o rabo entre as pernas e foram chorar a derrota de Dilma na Câmara Federal.

Quando o General Villas Bôas disse que o povo não precisava ser tutelado, pois as instituições públicas estavam funcionando e que o Exército só agiria em caso de desordem social, o recado não foi somente para o povo que pede uma intervenção militar, , mas também para o governo e seus capachos. Por isso, o MST, CUT e outras facções criminosas não fizeram nada até agora, além das ameaças. Sabem que se provocarem uma desordem social, o Exército vai entrar no jogo e descer o porrete.

O General Villas Bôas vem sendo muito criticado nas Redes Sociais pela imobilidade das Forças Armadas diante da crise que se instalou no país. Mas o General deu inúmeras provas de que as Forças Armadas não estão do lado do governo e justamente por isso, a esquerda ainda não deu nenhum tipo de golpe. O General é extremamente inteligente e quando emite qualquer nota, é preciso analisar bem o que ele diz: “Quando a Nação sofre ataques que ponham a estabilidade do país em jogo, isso nos diz respeito. Se houver qualquer tentativa de causar instabilidade a Nação, nós vamos agir”.

O que o General disse, nos leva de volta ao inicio do texto quando falamos que as Forças Armadas são independente dos governos e do Estado e sim e tão somente, são representantes e guardiões da Nação. E se a Nação for ameaça, tanto e Estado quanto o governo terão que arcar com suas consequências. Desta forma, podemos nos orgulhar da grande muralha Verde Oliva e de peito aberto gritar: O BRASIL JAMAIS SERÁ VERMELHO!!!…

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